quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Igreja, CEBs e Política


Recentemente houve um Encontro intereclesial das Comunidade Eclesiais de Base (CEBs) que terminou por levantar uma questão fundamental para a Igreja no Brasil: em que medida os membros da Igreja, sobretudo seus sacerdotes e bispos, devem se envolver com um partido político em particular? 

Trabalho e escravidão


É recente a polêmica acerca da decisão de Amazon, que visando acelerar a busca e entrega por produtos armazenados pelos seus funcionários, passou a impor-lhes o uso de uma pulseira wireless, capaz de monitorar com precisão todos os gestos realizados, vibrando para orientá-las na direção certa e, de fato, controlando todos os seus movimentos. O sistema é baseado em três fatores: 1) a pulseira usada pelo trabalhador que se comunica com os 2) transdutores ultrassônicos posicionados no meio ambiente e 3) um “módulo de gerenciamento” que permite movimentos de rastreamento. O próximo passo seria a automação total dos processos que, então, transformaria os homens em máquinas controladas [1]. 

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Peregrinando para Casa


No último dia 5 de fevereiro de 2018, respondendo ao interesse dos leitores do jornal italiano Corriere della Sera por sua saúde, o Papa Emérito Bento XVI escreveu uma resposta que foi publicada naquele jornal, no dia seguinte, na coluna do escrito Massimo Franco. Publicamos a tradução da matéria e da carta na sua íntegra.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Um exemplo para os brasileiros, hoje



"Como se pode esperar que o destino conceda a vitória para uma causa justa quando ninguém está pronto para se sacrificar por isso?" (Sophie Scholl, da Rosa Branca).

Em 22 de fevereiro de 1943, os irmãos Scholl foram executados por alta traição do povo alemão, por pertencerem ao grupo Rosa Branca (Weiße Rose). Apenas quatro dias antes, foram presos na Universidade de Mônaco enquanto distribuíam panfletos. Eles tinham 24 e 21 anos de idade. Não foi o gesto heroico de um momento, como se depreende da leitura de cartas e diários que escreveram por um período de seis anos. Moviam-se por um indomável desejo de vida, de verdade, de justiça, de beleza que nem mesmo um contexto tão dramático como o nazismo e a guerra puderam sufocar. Até o sacrifício da própria vida.
Eles nos ensinam que, para cuidar deste bem-comum, é preciso se dedicar, se envolver em primeira pessoa e se sacrificar. Nenhuma mudança no rumo do destino de uma pessoa, de uma sociedade, de uma nação, acontece fora desta lógica. 

E nós? 

domingo, 3 de dezembro de 2017

O povo que cria a história

Neste tempo de crise - moral, política, cultural - em que vivemos, mais do que nunca precisamos nos lembrar de que "esta é a vitória que vence o mundo: a fé, reconhecer esta Presença", Cristo Jesus.